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“O Tigre Azul” abrange um longo e emaranhado período histórico da Península Ibérica e da América do Sul, isto é, estende-se por dois séculos, da chegada do padre jesuíta Manuel da Nóbrega ao porto brasileiro de São Vicente em 1552, na comitiva do primeiro governador do Brasil, Tomé de Sousa, até a expulsão dos jesuítas da colônia portuguesa pelo Marquês de Pombal em 1759.

Sobre o autor: Alfred Döblin (1878-1957), escritor judeu-alemão, internacionalmente conhecido pelo romance “Berlin Alexanderplatz”, não só escreveu várias outras obras de ficção, peças de teatro e ensaios de natureza vária, por exemplo, sobre os elos do ser humano com a natureza, como também foi teórico das relações entre a literatura e a história ― isto é, refletiu sobre os experimentos que envolvem os processos da apreensão do “real” no texto poético. Alfred Döblin foi perseguido pelo nazismo, exilou-se em Paris, onde escreveu a trilogia, comumente conhecida pelo título “Amazonas”, emigrou depois para os EUA, onde se converteu ao catolicismo. Voltou a Paris após a Segunda Grande Guerra, viveu até 1953 em Baden-Baden e em Mainz (Alemanha francesa, que haveria de integrar a futura República Federal da Alemanha), retornou a Paris, mas acabou falecendo na alemã Emmendingen, em 26 de junho de 1957, numa clínica para tratamento da doença de Parkinson.

Dados técnicos: Tradução por Celeste Ribeiro-de-Sousa
Formato brochura, 404 páginas.

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